Alfred Rosenberg: Raça, Alma e Religião Indo-Ariana

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Mensagem por Barão Vermelho em Dom Mar 31, 2019 10:04 pm

Quando a grande onda nórdica chegou às elevadas montanhas da índia, tivera ela de passar por entre inúmeras raças hostis. Instintivamente, como fora em outros tempos, os indo-arianos mantiveram-se separados dos estrangeiros mais escuros que haviam sido encontrados. A instituição da casta foi a consolidação desse distanciamento consciente. Varna significa casta, mas também cor. Os bons arianos assim, estando lá, ligaram-se a seus semelhantes – uma versão aceitável de tipo humano, passando a criar, como consequência, um abismo entre eles próprios, reconhecendo-se como conquistadores, e os nativos marrom-escuro da Índia pré-ariana envoltos a uma visão de mundo que, por sua profundidade, não pôde ser ultrapassada por nenhuma filosofia, mesmo nos dias de hoje, embora se reconheça que este feito se dera como consequência de longas batalhas contra os ideais dos aborígenes racialmente inferiores.

O período que, por exemplo, situa-se entre as canções heroicas dos Vedas e dos Upanixades [1] é regado ao expansionismo e a lutas simultâneas contra a feitiçaria e todos os demais êxtases degenerados. O culto de sacrifício de espíritos e deuses começaram a infiltrar-se. O sacerdote, com seu caço sagrado e seu tição, não estava imune a esses princípios de magia. Cada toque de mão, cada gesto, adquiria um significado místico.

A ritualística desenvolvera-se entre períodos mitológicos e filosóficos. A oração, que aos verdadeiros Brâmanes representava apenas uma poderosa forma de elevar seus corações, tornara-se uma encarnação a compelir os deuses através da magia. Em meio a este obscuro processo, a doutrina dos Atman [2] apareceu e assim acendendo a um raio de esperança. Não se caracterizou isso “um ato de desenvolvimento psicológico”, que seria desprovido de sentido – representou, no entanto, um novo despertar da alma ariana frente às superstições e convicções mágicas dos não-arianos subjugados.

Esta interpretação que fora confirmada quando se estabeleceu que a grande doutrina do valor pessoal do espírito – destituída de magia e demonização – originara-se nas cortes dos reis e consequentemente difundida na casta guerreira. Embora os Brâmanes posteriormente tenham tornado-se tutores de uma nova concepção de unidade essencial de alma individual e coletiva, nunca estiveram eles dispostos a mesmo aptos a ocultar a origem destas mesmas concepções que outrora aprenderam. Assim a instrução que diz respeito aos Atman é dada pelo Rei Ajatacatru ao brâmane Gargya Balake; pelo Rei Pravahna ao brâmane Aruni. Gratos a estes modos aristocráticos, o culto da magia não-ariana retirara-se adianta e proliferara-se apenas tempos mais tarde, quando a decadência racial se alastrou mesmo sobre a Índia dos Kshatriyas.

Como nobres de nascença, os indianos sentiram suas almas individuais expandirem-se para dentro dos Atman, que penetraram ao universo por inteiro e viveram com seu próprio ego. O conceito de uma natureza impessoal, rica e virtualmente auto-suficiente não pôde fazê-los romper uma união metafísica. Uma vida ativa, que sempre fora demandada como um dever inelutável do pensamento de renúncia do mundo, deu lugar mais adiante à ponta de uma jornada para dentro do universo da alma. Esta transição à luz pura do conhecimento levou à nobre tentativa de superar a natureza através da razão. Não há dúvidas de que muitos indianos, como personalidades dotadas de aristocrática individualidade, introduziram-se com sucesso nessa questão – posteriormente, introduzir-se-iam, por vontade própria, apenas os remanescentes do que outrora lhes fora ensinado, destituídos de pré-requisitos raciais.

Tão logo o rico significado da Varna, calcado na questão do sangue, perdera-se por inteiro. Hoje se trata ela de apenas uma divisão entre técnicas, profissões e as mais diversas classes, estando a alimentar a degeneração dentro da mais vil caricatura do que outrora fora o mais nobre princípio na história do mundo. Os indianos da posteridade não compreendem o significado dos três preceitos: Sangue, o Eu e o Universo. Vêem eles somente aos dois primeiros. Perecem eles na tentativa de realizar-se uma contemplação isolada do Eu ao lado de toda a poluição racial que está a produzir miseráveis desventurados à procura de cura para sua existência incapacitada nas águas do Ganges.

Após a “superação” de polarizadas ideias do próprio universo por uma escolha racional em favor de uma parte específica, o indiano monista também empreendido de eliminar a antítese entre eles e violentamente se ater da liberdade através da natureza e de uma natureza-mestre através da liberdade. Ele, portanto, iniciara-se à raça atribuída e sua respectiva personalidade como sendo aspectos de um grandioso conceito e, ao mesmo tempo, algo dotado de ilusões. O indiano monista da posteridade viera a enxergar o que cerca à natureza como algo irreal – um sonho mal. A única realidade para ele consistira na alma do mundo (Brâmane) e seu eterno retorno à alma individual (Atman). Com o distanciamento da natureza em geral, a ideia já limpa do conceito de raça tornara-se mais nebulosa como nunca fora – instinto de dogma filosófico desarraigado de sua base terrestre. Se a única realidade é o mundo-alma e seu os Atman estão junto disso, desaparece-se a individualidade e um universo de unidade indiferente é alcançado.

O resultado foi que o pensamento indiano deixou de ser dotado de criatividade. Crescera de rígida forma. O sangue estrangeiro dos morenos Sudras, os quais foram agora vistos como de iguais valores aos Atman. Assim, destruiu-se o conceito original da identidade da casta e, consequentemente, da raça. O aparecimento de bastardos tornou-se inevitável. Serpentes e cultos fálicos dos aborígenes começaram a se espalhar como adorno. interpretações simbólicas de Shiva, dotado de cem braços armados tal como galhos rastejantes em uma floresta primitiva, começaram a aparecer na assombrosa arte bastarda. Somente nas cortes dos reis dispunha-se ainda a ouvir antigas canções heroicas, junto da atenção dada ao lirismo como o de kalidasa e de outros poetas honrados, em sua grande maioria desconhecidos.

Shânkara [3] tentara uma nova remobilização da filosofia indiana, mas fora em vão. À entrada de ar através das profundezas, as artérias da raça

foram rompidas. O sangue ariano fluiu-se, sendo jogado para fora. Somente aqui e ali, onde o solo de uma antiga Índia o suga fazendo-o ainda fertilizar. Mas isso deixa o cultivo de uma ortodoxia filosófica e técnica que regada a uma distorção quase que insana, comanda a vida Hindu dos dias atuais.

Não devemos afirmar de forma imprevidente que os indianos primeiro poluíram sua raça e então renderam sua personalidade. É preferível, no caso, dizer que um processo metafísico tomou espaço e que isso se manifestou em um anseio apaixonado pela abolição do dualismo, bem como as reciprocamente-condicionantes baixas formas de polaridade.

Visto de fora, a aceitação filosófica de uma equação de Atman-Brâmane engendrou a decadência racial. Em outras culturas, esta decadência não fora consequente do estabelecimento de uma filosofia penetrante, mas simplesmente o resultado da miscigenação ininterrupta entre duas ou mais raças. Em casos como esse, as características essenciais das várias raças nunca foram elevadas ou fortalecidas, mas terminadas em aniquilação mútua.

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Alfred Ernst Rosenberg (12 de janeiro de 1893 – 16 de outubro de 1946) foi um membro intelectualmente influente do NSDAP e um importante ideólogo nacional-socialista. Seu trabalho mais importante foi “Der mythus der 20. Jarhrhunderts” (O Mito do Século XX). Ele também ocupou vários cargos importantes na Alemanha nacional-socialista, como em 1941, a responsabilidade de estabelecer a administração civil dos territórios russo e báltico ocupados e de servir como “Ministro do Reich para os Territórios Orientais Ocupados”.

Depois da guerra, ele foi um réu no Tribunal Militar Internacional. Ele foi executado em 1946. Durante seu julgamento, ele supostamente escreveu suas memórias, publicadas postumamente. Seu diário foi roubado pelo notório promotor judeu Robert Kempner e desapareceu até 2013 cuja falácia errônea foi desmascarada pelo revisionista Richard A. Widmann.

Fonte: Texto originalmente contido na obra “Der mythus der 20. Jarhrhunderts”, de 1930. Tradução feita a partir da tradução em inglês por Viviam Bird, páginas 8-10 sob o título de “The myth of the Twentieth Century” (em português: ‘O mito do século XX’), de 1983.
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Mensagem por Miguel Airoso em Sex Abr 19, 2019 1:17 am

por isso que uma estreita aliança com a França, independentemente dos aspectos militares e políticos, seria racialmente tão perigosa.
Pelo contrário, o que é necessário é um clamor de defesa contra a infiltração africana, pelo encerramento de fronteiras com base em
considerações antropológicas, eo estabelecimento de uma coalizão europeia nórdica para o objetivo de purificar a Europa
sujeira da África e do Levante. Isso seria do interesse dos próprios franceses.
Hoje a história do reino dos francos está terminada. Pouco importa se a França é governada por requerentes de poder clerical ou
pensadores livres e vazios; o grande impulso criativo é moribundo. A França doravante será afligida por uma angústia racial instintual que é a
herança inescapável do cruzamento, por mais superficialmente seguro que ele possa parecer. É isso que explica o ainda obsessivo
medo de uma Alemanha que só foi superada com a ajuda de todo o mundo. A Alemanha, então, tem as melhores razões para estudar a vida
cursos de seus vizinhos, a fim de despertar toda a sua força interior para evitar o mesmo destino terrível.


A PROPÓSITO DO INCÊNDIO DE NOTRE DAME

In " O mito do Século XX. Autor: Alfred Rosenberg
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